Federação dos Trabalhadores em Empresas de Difusão Cultural e Artística do Estado de São Paulo


          Convenção coletiva de trabalho - SINAPREM e FTEDCA SP

 

A Federação dos Trabalhadores em Empresas de Difusão Cultural e Artística do Estado de São Paulo – FTEDCASP, e o Sindicado Nacional de Empresas de Agenciamento e de Produção de Eventos Artísticos Musicais e Similares comunicam a todas as empresas de reprografia do Estado de São Paulo – SINAPREM, COMUNICAM que há uma Convenção Coletiva de Trabalho assinada com o devido registro no Ministério do Trabalho e Emprego, sob o número MR 044495/2018, com vigência de Novembro 2017 a Outubro de 2019. Veja mais...

 



          Convenção coletiva de trabalho - SINARA e FTEDCA SP

 

A Federação dos Trabalhadores em Empresas de Difusão Cultural e Artística do Estado de São Paulo comunica a todas as empresas de reprografia do Estado de São Paulo que há uma Convenção Coletiva de Trabalho assinada com o devido registro no Ministério do Trabalho e Emprego, sob o número MR 025140/2018, Processo nº 46219.007565/2018-09, com vigência de Maio de 2018 a Abril de 2019. Veja mais...

 


Convenção coletiva de trabalho - SINAPREM e FTEDCA SP 

 

São Paulo, 10 de agosto de 2018 - Após exaustivo processo negocial, marcado por análises, reuniões e amplo diálogo, o SINDICATO NACIONAL DE EMPRESAS DE AGENCIAMENTO E DE PRODUÇÕES DE EVENTOS ARTÍSTICOS, MUSICAIS E SIMILARES - SINAPREM e FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE DIFUSÃO CULTURAL E ARTÍTICA DO ESTADO DE SÃO PAULO - FTEDCA SP, firmam nova convenção coletiva de trabalho que vigorará até 2019.

 As negociações que resultaram na presente convenção tiveram início dias antes da expiração da convenção que vigorou até 30 de outubro de 2017, porém, diversos fatores como o momento econômico e político do País, as mudanças legislativas como a reforma trabalhista, e importantes precedentes judiciais impactaram diretamente nesse processo.

 A necessidade do SINAPREM de se reestruturar em termos financeiros também influenciou nessa e em outras missões, retardando algumas iniciativas e inviabilizando outras.

 Em que pese todos esses fatores, as entidades se empenharam para chegar a um denominador comum. A nova norma elimina os diversos cargos e funções que representavam engessamento das relações entre empresas e empregados – deixando à critério das entidades a possibilidade de atualizar tabela referencial apenas, reorganiza em termos mais equilibrados as garantias de emprego, enxuga custos e aprimora a redação das cláusulas, com condições satisfatórias para os empregados e exequíveis para as empresas.

 Para o Sr. Neri Stein, presidente da FTEDCA SP, “a negociação transmite ao mercado, empresas e empregados, que a Federação não ignora a realidade econômica do País, mas que é preciso diminuir desigualdades e elevar as condições de trabalho, com melhores oportunidades e salários”.

 O Sr. Claudionor Costa, presidente do SINAPREM, considera que a norma firmada foi positiva. “Acreditamos que representa considerável avanço em termos de regulamentação complementar para o segmento, capaz de nortear contratações satisfatórias para os empregados e exequíveis para as empresas”, afirmou.


cnteec

       NOTA DE REPÚDIO

 
 

Os Trabalhadores em Educação e Cultura, por suas entidades sindicais, manifestam seu repúdio a forma com que o Julgamento da ADIN 5794 aconteceu, visto que, salvo raras exceções, ficou muito claro o preconceito que existe para com o trabalho desenvolvido pelo Movimento Sindical.

A condução dos trabalhos foi a mesma que se viu nos chamados debates do Legislativo, para a aprovação da “Reforma Trabalhista”, por mais argumentos que fossem apresentados, eram atropelados pela ação tropa de choque, interessada em retirar conquistas dos Trabalhadores.

Comparar o Sindicalismo Brasileiro ao Sindicalismo Americano, da Dinamarca, da Suécia ou até mesmo da França, é não reconhecer a diferença de filosofia de trabalho entre esses movimentos sociais.

No Brasil temos a necessidade Leis ou normas para esclarecer Leis, visto que, sempre é encontrado um meio de burlá-las. Nos países mencionados pelos votos divergente quem não paga Impostos é preso, enquanto que aqui no Brasil, têm direito a Refis e até mesmo a desoneração na Folha de Pagamento, que sempre pesam mais sobre o Direito do Trabalhadores. Lá as leis não são tidas como velhas e ultrapassadas, são apenas interpretadas com Justiça.

Antes de comparar o Sindicalismo Brasileiro ao da Alemanha, Bélgica ou Dinamarca, deveria antes passar pelo seriedade e austeridade de seus Congressistas e Magistrados, que primam pela objetividade e economia do gasto público.

Os Trabalhadores em Educação e Cultura repudiam, ainda, a comparação infantil de que o número de sindicatos é abusivo. A Constituição vigente, autoriza a existência de um Sindicato por base Municipal e por categoria profissional. Temos mais de 5.570 municípios e o CBO do Ministério do Trabalho aponta, somente de Profissões Regulamentadas 68, consequentemente poderíamos ter, no mínimo 68 sindicatos por município. Basta fazer um simples calculo matemático e veremos que poderíamos ter um número muito maior de entidades sindicais.

Se não concordamos com o modelo constitucional vigente devemos alterar a Constituição Federal do Brasil e não tentar achar argumentos pífios para justificar o injustificável.

Repudiam a ausência de conhecimentos mínimos de matemática, para a afirmação: “Virou um grande negócio ter um Sindicato”, com todo o respeito, se a Contribuição Sindical corresponde a um dia de trabalho do trabalhador, não aumenta o seu valor com o número de sindicatos e sim na hora da distribuição dos valores, quanto mais sindicatos existires, menor será a arrecadação dos sindicatos existentes.

Repudiam a afirmação caluniosa que o “Sindicalismo não é para o Trabalhador é para os Sindicalistas,” visto que, se existem abusos, devem ser fiscalizados e punidos por quem de direito, e não ser mencionados de uma forma, geral depreciando tudo que foi construído até os dias de hoje.

Repudiam a afirmação de que o Movimento Sindical recebe subsídio do Estado.

NADA MAIS ABSURDO!!!!

Não recebemos auxílio moradia, ou auxílio paletó, ou auxílio saúde, a Contribuição Sindical é descontada do trabalhador e parte desse desconto é que é destinado ao Ministério do Trabalho para subsidiar o FAT, que em breve estará inviabilizado de pagar o Seguro Desemprego.

Inverídica a afirmação que não existe previsão legal da parte do TRIBUTO devida ao Ministério do Trabalho, na verdade esta previsto na LOA (Lei Orçamentaria Anual) para o ano de 2018 o valor de R$ 475 milhões de reais para o Governo Federal.

Senhores Ministros, o Movimento Sindical Brasileiro, é tão competente que, ajudou a construir os Artigos 5º. e 8º. da Constituição Federal do 1988, com as conquistas de suas Convenções Coletivas de Trabalho.

Repudiam as dificuldades que estão sendo impostas e consentidas pela Suprema Corte Brasileira, quanto ao Custeio Sindical.

A Contribuição Sindical corresponde a 0,25% do salário mensal do Trabalhador (1 dividido por 30 = 3,33%; que dividido por 13 meses de salário corresponde a 0,25%) e qualquer Convenção Coletiva de Trabalho ou Acordo Coletivo de Trabalho corrige os salários de seus representados em percentual muitas vezes maior, sem contar os benefícios sociais, que não decorrem de Lei e sim da atuação direta das entidades sindicais.

O Sindicalismo não morrerá. O Trabalhador será o grande prejudicado, sofrerá perdas significativas no seu ganho, seu poder de compra será reduzido, terá seu Contrato de Trabalho alterado ou será dispensado. O Mercado sofrerá ainda mais com a falta de consumidores. E a Roda da Economia mais uma vez sendo girada às avessas.

Sofreremos a perda de parceiros competentes, formados nas lides sindicais e que serão dispensados pela ausência de condições econômica provocada pelo abuso do Capital.

Mais uma vez, deixamos de lado o mais humilde na nossa força de Trabalho.

Por fim, os Trabalhadores em Educação e Cultura aplaudem de pé o Ministro Dias Toffoli, e em especial, o Ministro Relator da ADIN 5794 e demais que foram apensas, pela profundidade do seu voto e pela aula de direito constitucional e de direito sindical, bem como aplaudem, ainda, a Ministra Rosa Weber que aprofundou ainda mais o tema e nos brindou com um voto irretocável.

Por: Oswaldo Augusto de Barros – CNTEEC


NOVA DIREÇÃO



     Em ato político realizado na sede, tomou posse a nova diretoria da Federação para 2015-2020. Assumiu a presidência da entidade, o companheiro Neri Emílio Stein. 
O novo presidente é militante antigo, de luta, comprometido com os trabalhadores. Oriundo da Editora Paulinas, ele dedicou muitos anos de sua vida ao Sindicato dos Trabalhadores em Editoras de Livros (Seel), como diretor financeiro; e a duas gestões exerce a função de diretor de base da mesma entidade. O novo presidente é militante antigo, de luta, comprometido com os trabalhadores. 


Novidade!

Agora na Colônia os pequenos vão poder se divertir muito mais com a brinquedoteca!


CUT lança ''Aposentômetro'' em parceria com o Dieese



Calculadora da aposentadoria demonstra que a classe trabalhadora será prejudicada se Reforma da Previdência passar no Congresso

A CUT (Central Única dos Trabalhadores) lançou o “Aposentômetro”, uma calculadora para ajudar trabalhadores e trabalhadoras a descobrir com qual idade se aposentarão se for aprovada a Reforma da Previdência do governo ilegítimo de Michel Temer. Seu projeto quer aumentar a idade mínima para 65 anos, tanto para homens quanto para mulheres, do campo e da cidade; e quer aumentar o tempo de contribuição de 15 anos para 25 anos. Esse conjunto de medidas traria tantas dificuldades e restrições que a aposentadoria se tornaria inacessível para grande parte da classe trabalhadora..

Como disse o presidente da CUT, Vagner Freitas, "Temer não quer reformar a Previdência, quer acabar com a aposentadoria dos trabalhadores".

Com o mote “Reaja agora ou morra trabalhando”, a CUT deu inicio a um movimento que pretende tomar as ruas do país pela preservação da aposentadoria, um direito histórico da classe trabalhadora. O “Aposentômetro” é uma das ações que contribuirão para dar aos trabalhadores argumentos para combater essa reforma e foi elaborado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). E por falar em ocupar as ruas, temos atos marcados para os dias 8 - Dia Internacional da Mulher -; e, 15 de março - Dia Nacional de Paralisação Contra a Reforma da Previdência. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) já está nas ruas, nos locais de trabalho, nas Câmaras Municipais e entidades de classe debatendo os prejuízos que esta reforma provoca, conscientizando a sociedade e convocando a população para a ir às ruas contra o fim da aposentadoria.

Utilizar a calculadora é muito fácil, basta informar: gênero, data de nascimento. e tempo de contribuição para o INSS.

O "Aposentômetro", a partir de suas informações, calcula quanto tempo você ainda tem de trabalho até a aposentadoria, conforme as regras atuais, e como seria se a Reforma da Previdência for aprovada pelo Congresso Nacional.

Para acessar a calculadora, clique aqui.

Matéria completa no site da CUT


 


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